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sexta-feira, 26 de março de 2021

Nossos conhecimentos aumentam através de nossos atos. Quanto mais agimos, mais nos conhecemos.

Todos nós temos uma grande missão na terra. A maior dela é nos conhecermos. Infelizmente muitos passam pela vida e são incapazes de entender quem são.

Para se conhecer é preciso aprender e daí conhecer sobre o mundo. Fazemos parte do mundo. Parece algo até absurdo, mas não se conhecer significa conhecer o mundo e vice-versa.

Não é fácil realmente descobrir quem somos, pois somos um somatório de desejos, sonhos, frustrações e muitos ficam apenas com as frustrações depois de uma certa idade. O péssimo é que essa idade não é nada muito avançado, mas algo antes dos 30 anos.

Muitos ficam presos a uma rotina só tentando sobreviver e pagar contas sem nunca parar para saber o que realmente quer. Não sobre coisas grandes, mas uma coisa pequena. Esquecemos que as pequenas conquistas também são importantes.

Uma das coisas mais importantes é ajudar alguém. Ajudar alguém que precisa é algo revelador e empolgante. Ajudar um estranho é atingir um grau de grandeza que não se mede.

Ao realizarmos pequenas coisas, termos pequenas atitudes, ajudarmos pessoas, aprendemos a nos conhecer. O que nos emociona, o que nos toca, o que nos move e assim nos descobrimos.

Vivemos numa sociedade doente onde muitos querem tirar proveito dos outros e daí nos ensinam a não confiar em ninguém e sermos individualistas. Isso como proteção não é ruim, mas em matéria de evolução pessoal, não é nada bom.

Estamos perdendo nossa identidade.

Nossos conhecimentos aumentam através de nossos atos. Quanto mais agimos, mais nos conhecemos.

Simples assim


sexta-feira, 12 de março de 2021

Não vale a pena envelhecer e descobrir que conhecemos sobre muita coisa, mas nunca sobre nós mesmos!

A sociedade sempre tenta nos moldar a uma realidade que seja confortável para o que ela aceita. Essa sociedade pode significar família, vizinhos, amigos ou colegas. Muitas vezes nos moldamos a um destes grupos para sermos aceitos. Isso até que não é problema, mas muitas vezes isso vai de encontro ao nosso verdadeiro “eu”.

Muitas pessoas recorrem ao suicídio e ainda são chamados de fraco. Primeiro que não é fraqueza, mas uma condição patológica que requer muita atenção. O suicídio também é uma resposta de uma pressão que a sociedade faz para sermos algo que não somos.

"Temos que ser pessoas de sucesso!" e sucesso para essa sociedade significa muito dinheiro. Infelizmente não damos valor às pequenas coisas. Muitos se pudessem voltar no tempo e encontrar consigo mesmo, diriam para ter mais sonhos do que já tinha? Para correr atrás deles e que a maioria não iria acontecer, mas o principal é que cada sonho não realizado deixaria uma lição e procurasse aprender?

Perdemos muito tempo na vida tentando ser quem eu não era ou quem não poderia ser. Somos levados a acreditar que não conseguiremos ser quem queremos ser. Temos que aprender que para ser alguém não preciso de dinheiro ou posses, mas apenas ser você mesmo. Não é que não devamos querer ganhar dinheiro, mas que isso não seja a razão de viver.

Merecemos ganhar bem para termos uma casa melhor, um carro melhor, um plano de saúde melhor, uma escola melhor para os filhos... mas quando corremos atrás só do dinheiro, perdemos nossa essência.

Somos pessoas muito maior do que pensamos ser. Olhemos dentro de nós mesmos e veremos que existe uma pessoa que nunca conhecemos. Procuremos aprender algo que sempre quisemos, mas não tivemos chance. As dificuldades são temporárias. Não podemos afirmar o tempo, mas passam. Procuremos sempre aprender algo novo para estimular a nossa mente e vamos começar a nos sentirmos melhores.

E quando estivermos nos sentindo bem, ganhando bem e outros "bem" que planejemos, ajudemos alguém próximo. Seja com dinheiro que poderá ser dado que se Deus quiser não fará falta, seja ouvindo alguém que precisa ser ouvido, ou fazendo algo que satisfaça a si mesmo e a mais alguém.

Que todos tenham uma vida próspera de sabedoria e conhecimento pessoal, mas tanto que quando estiverem com muito dinheiro nem liguem tanto pra ele, pois terão tanta paz de espírito que isso não será importante.

Não vale a pena envelhecer e descobrir que conhecemos sobre muita coisa, mas nunca sobre nós mesmos!

Simples assim!

sexta-feira, 5 de março de 2021

Criar laços é uma das melhores formas de não envelhecer

Quando somos crianças, ao convivermos com outras iguais a nós tendemos a criar laços e conviver.

Laço vem do latim que significa lacĕus, por laquĕus,i 'nó ou  qualquer armadilha para caça e ainda cilada. Neste exemplo seria nó. Algo que não pode ser desfeito facilmente. Conviver já vem de viver ao lado e viver ainda significa existir com vida....

Amizade pode ser definido com ter vida ao lado de alguém que você não se desfaz facilmente.

Ao chegar à adolescência muitas mudanças podem ocorrer. Mudanças de desejos, de cidade, de vontades, de gostos e ainda tem a possibilidade de ainda não ter havido essas mudanças e serem unidos, a vida adulta com trabalhos, família pode ocasionar essa mudança de direção.

Ainda pode haver laços, talvez um pouco mais frouxos por conta de caminhos diferentes que possa seguir, mas quando chegam os filhos e netos, a família se torna grande e precisa ser administrada.

Por mais que ainda haja laços, ficam um pouco distantes.

A mente precisa de constantes estímulos e muitas vezes a carreira profissional não permite. Se não se faz isso nas horas de folga com hobbies que estimulem, só sobra as pessoas com quem se convive.

Por melhor que seja o casamento, as conversas tornam-se muitas vezes até previsíveis. Quando as pessoas se aposentam e vão até a esquina jogar dominó e geralmente com as mesmas pessoas, obviamente é melhor que ficar em casa apenas vendo TV. Se lemos livros sempre sobre os mesmos assuntos, caímos na mesma questão da previsibilidade. Tendemos a prever o que pode acontecer. Isso inclui o jogo de dominó com os mesmos companheiros, conversas conjugais, livros etc.

Se participamos de novos núcleos de amigos, conheceremos novos universos que são as mentes que cada um possui. Cada vez que conhecemos alguém novo e começamos uma nova conversa, isso abre espaço para conhecer algo novo. Isso vai ativar áreas dentro da cabeça e criar conexões, ajudando a manter o cérebro menos envelhecido.

Essa necessidade é tão primária nossa que é comum vermos pessoas mais velhas em filas de banco puxando conversa com qualquer um. Nas casas de repouso geriátricas, estimulam pessoas a adotarem um “vovô” ou “vovó” para periodicamente irem conversar com essas pessoas.

A falta de diálogo é o primeiro passo para a solidão. Talvez as tarefas diárias quando se é jovem façam com que não se pense muito em criar ou manter laços, mas um dia essas tarefas diminuem. Muitas vezes a pessoa se ocupa com mais trabalho, quando de fato só precisa de um diálogo.

A comunicação foi uma das coisas que fez o homem evoluir ao longo das eras e é o que está nos fazendo regredir. Tanta tecnologia hoje, mas somos mais passivos que ativos no meio delas. Precisamos vocalizar, ou seja, usar a voz, assim como precisamos escrever. Isso vai ativar áreas no cérebro que ajudam a formalizar a comunicação, coisa que a digitação pura e simples não consegue.

Esses laços com aqueles que nos foram próximos no passado precisam ser estreitados. Se não for possível, pelo menos novos laços precisam ser feitos. A falta destes laços pode levar a processos com depressão, dentre outras doenças emocionais.

Criar laços é uma das melhores formas de não envelhecer


Quando aceitamos quem somos, crescemos!

 O medo costuma ser visto como algo negativo, mas foi ele que garantiu nossa sobrevivência ao longo da evolução. Trata-se de uma emoção esse...