No Natal as pessoas ficam mais sensíveis, seja pelo fato de acreditarem no nascimento de Jesus Cristo, seja pelo fato que vão ter uma ceia farta, seja pelo fato que vão ganhar presentes, seja pelo fato que ganharão algo de pessoas com situação financeira melhor...
O problema grande que existe nesta época é que muitas
pessoas ficam sensíveis em fazer o bem. Isto não é ruim, mas é preciso ser
sensível e fazer o bem o ano todo.
A sociedade hoje está tão louca que fazer o bem se tornou um
sinônimo de ser bobo, para não dizer algo pior.
Para nos proteger de decepções, muitas vezes criamos
máscaras e acreditamos que somos aquilo que projetamos. Algumas vezes essas
máscaras também são para esconder frustrações nossas do passado e às vezes até
da infância.
No Natal todos se permitem serem bons e permitem que os
outros sejam também. Ao terminar as festividades, muitos voltam a sobriedade e
secura de todos os dias.
Se nos permitíssemos sermos bons o tempo todo e isso for de coração,
não nos importaremos do que pensarão de nós.
O importante é o pensamento que deve ser diário, anual e ao
fim da vida.
Eu fiz tudo que era possível para tornar o mundo ao meu
redor um lugar melhor de se viver? Eu fiz o suficiente para que alguém tivesse
o sofrimento diminuído? Eu dei bom dia olhando nos olhos para alguém que a sociedade
o faz invisível, como um varredor, porteiro, um pedinte?
Se ao fim da vida ninguém se importar conosco, podemos dizer
que o mundo é cruel, mas se estamos nos importando que ninguém vai se importar
conosco é porque no fundo queremos que se importem, mas talvez a máscara que
idealizamos e vestimos os afastou.
Quem queremos ser? Nós mesmos ou quem criamos ilusoriamente?
Temos que deixar de idealizar as máscaras criadas por nós mesmos!
Simples assim!
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