Mudanças fazem parte da vida e muitas vezes, evitamos que elas
aconteçam pelo medo que temos pelo que está por vir.
Este medo sempre esteve presente em nossas vidas. Imaginemos
os nossos antepassados, com medo de sair das cavernas, com medo de atravessar
os rios, com medo de sir do ambiente que estavam acostumados, mas com a necessidade
de fazer a jornada em busca de um lugar melhor, mais quente ou menos frio, com
mais alimentos, melhores condições de sobrevivência, etc.
Este medo nos povoa quando temos a necessidade de sair do
país, mudar de cidade, mudar de bairro, mudar o restaurante que sempre vamos, mudar
o nosso lugar na mesa de jantar.
Os mesmos antepassados que tinham medo de atravessar o rio
conviviam com outros que sempre questionaram o que havia do outro lado do rio
com a diferença que iam para o outro lado da margem.
Estes eram notoriamente em um número muito menor, mas
fizeram a diferença.
De fato, o mundo foi feito por uma pequena minoria.
Grandes prédios, grandes navegações, grandes invenções...que
mudaram o mundo foram feitas por um grupo muito pequeno de pessoas.
Se não somos desbravadores, então somos aqueles que se
beneficiam das descobertas dos que são.
Não temos obrigação de sermos assim, mas uma coisa é certa,
precisamos não temer sair da zona de conforto, pois precisaremos muitas vezes e
se mantivermos esse medo, entraremos em desespero todas as vezes que a vida
fizer com que precisemos dobrar uma esquina.
Isso reflete quando somos mais velhos. A visão enfraquece, a
força também, a audição se vai e queremos ficar em nosso espaço sem querer sair
nem para comprar pão.
Não precisamos explorar nada, mas apenas não temer sair de nosso
lugar eventualmente e para isso, será interessante exercitar isso sempre e o
quanto mais cedo melhor.
Talvez alguns achem que a vida seja feita de enfrentar
desafios, mas talvez possa ser que seja feita de evitar nossos medos.
Simples assim!
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