No livro “Aprendi Tudo ao Contrário ou me Ensinaram Tudo Errado”
o escritor Milton de Oliveira fala sobre muitas coisas a respeito de emoção e
uma frase logo no começo do livro é interessante de se comentar.
“O ser humano é um fenômeno resultante da transformação da
energia emocional em relações de afetos, das quais surge a representação
simbólica. Reações emocionais, relações afetivas e formulações racionais são
diferentes níveis de complexidade do ser humano”.
Tudo isso porque muitas vezes os fenômenos da emoção,
afetividade e racionalidade tendem a ser estudados separadamente.
De fato, um complementa o outro de alguma forma. Este é o
grande desafio de uma pessoa dentro da sociedade. Existe uma máxima que fala
que “se não quiser se decepcionar com as pessoas, seja amigo das máquinas”.
O ser humano sempre decepcionou, sempre decepciona e sempre
decepcionará, de propósito ou sem querer, principalmente por tendermos a criar
expectativas em relação às emoções com ele e com sobre a afetividade.
Independente das expectativas criadas, as decepções sempre
ocorrem porque as pessoas são falhas e são regidas por emoções.
O caminho bom a ser seguido é ter boas relações de afeto e
equilibra a emoção com a racionalidade. Isso só se consegue após muitas decepções.
Ao aprender como lidar com certas pessoas. Seja para o bem o para o mal.
Quando somos crianças não medimos as vezes que caímos.
Apenas focamos no sucesso em caminhar e depois correr. Assim acontece com as situações
afetivas. Sejam elas amorosas, fraternais, profissionais ou familiares.
Não é fácil conviver com pessoas. Cada cabeça é um mundo e
para algumas pessoas, cada cabeça é um universo.
É preciso entender que ninguém é perfeito, mas aprendemos a
conviver com quem é necessário conviver, assim como aprendemos as pessoas que
não queremos viver. Temos opções, mas para isso é preciso vivenciar convivências.
A racionalidade e emoção poderão encontrar o equilíbrio
apenas se vivermos os momentos de afetividade.
Simples assim!
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