Muitas pessoas se preocupam com a morte, principalmente quando estamos nos aproximando de idades cada vez mais avançadas.
Tem uma frase que diz que “se formos viajar ao passado, ele
se torna o futuro de hoje que se torna ontem”. A questão principal é que não
importa o que é passado ou o que é futuro, mas viver o presente.
Existem questões muito maiores do que nos preocuparmos com
situações que não sabemos quando vão acontecer. A expectativa de vida ao nascer
no início do século XX era de aproximadamente 40 anos, mas quantas pessoas
passaram desta idade?
A expectativa de vida hoje ao nascer é de 75 anos aproximadamente,
mas todos conhecem diversas pessoas que passaram desta idade.
O importante é observar os detalhes, mas não perder tempo
com eles. Uma floresta é formada por diversas árvores. Podemos observar sempre
uma delas ou todas ao mesmo tempo. Se quisermos apenas olhar uma delas, jamais
veremos a floresta. Parece uma coisa idiota de se dizer.
Muitas pessoas ficam presas a momentos da vida,
principalmente se estes trouxeram emoções ruins.
Alguns podem até dizer que não é fácil superar certos
momentos. Isso é fato, mas é preciso lembrar que a vida é feita de diversos momentos,
assim como as árvores que compõem a floresta.
Sempre cairão árvores na floresta. Mas muitas outras não cairão.
Devemos usar essas árvores caídas como experiências e não o
fim de tudo.
Cada árvore caída nos traz
uma lição e temos muitas lições para aprender. As árvores que não caem também
nos trazem lições.
A vida é feita de
situações boas e ruins.
Porém muitos se preocupam
tanto com o dia que a vida acaba que não vive!
É como se preocupar tanto
com uma prova que será preciso realizar que não se prepara e o dia dela chega e
não se está preparado.
Preocupou-se tanto com
possibilidades que não encarou o real.
Assim é com o
envelhecimento. Se preocupam com a morte, quando a vida tem tantos problemas
que temos de resolver primeiro.
A velhice é uma fábrica de
monstros...alguns dizem. Pode ser.
A velhice também é uma
fábrica de sabedoria, desde que se aprenda a perceber a árvore assim como
perceber a floresta.
Simples assim!
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