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sábado, 18 de junho de 2022

Aprender a ter menos para ser mais você

Já foi dito em outros textos que uma das coisas mais tristes que se ouve de uma pessoa que viveu muito e ao final da vida ao ser perguntando sobre o que se arrepende mais é que viveu tanto e não conheceu a si mesmo.

As duas frases mais em voga nos dias atuais é amor e desapego.

Amor no sentido fraternal, pessoa por pessoa, empatia, se colocar na posição do outro

Desapego seria não ter desespero em conseguir os objetivos

Existe uma teoria interessante no livro de Napoleon Hill que diz que o cérebro não registra o não.

O exemplo exato que ele faz é que se alguém disser “Não pense numa maçã! Não pense no vermelho!”, a pessoa não só pensará numa maçã, mas há grade chance de que ela seja vermelha.

Quando nos incomodamos com apelidos na infância ou adolescência, torna-se a forma mais fácil de que o apelido se espalhe.

Se a pessoa não liga para o apelido, ninguém vai achar engraçado em mencionar

Assim funciona a mente.

Seguir a vida, trabalhando, produzindo, fazendo algo novo ou diferente para melhorar, mas sem se desesperar para que as coisas aconteçam.

A verdadeira busca é sobre ser você mesmo.

A grande jornada do universo é essa. Autoconhecimento.

Quanto mais posses materiais e prazeres carnais, menor satisfação, mas ser você mesmo dependerá apenas do desapego.

Aprender a ter menos para ser mais você.

Simples assim!

 

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